De quem perdemos pelo caminho...

Ao olharmos para trás perceberemos que nossa história não se resume a fatos, a lugares ou conquistas e fracassos.
Nossa história é formada por pessoas...
Muitas pessoas...
Pessoas que perdemos...
Ou que deixamos para trás...
Pessoas que se transformaram e hoje não são e nem representam o que representavam em nossa infância.
Tenho memórias de pessoas felizes, de bem com a vida. Contudo, hoje as encontro frustradas, amarguradas.
Esperando que falemos no mesmo idioma:
que reclamemos da vida,
que reclamemos das pessoas a nossa volta,
que reclamemos de nossa situação financeira,
que reclamemos de nosso trabalhos, de nossos colegas de trabalhos
que descarreguemos toda nossa frustração de nossa vida nelas.
Mas o que causa maior estranhamento é quando não agimos assim.
Quando resolvemos vislumbrar o futuro e viver as coisas boas da vida.
Fazemos uma opção de vida diferente: não queremos ser pessoas amargas.
E nossa opção não significa que não tenhamos problemas de saúde,
que não tenhamos problemas familiares,
financeiros ou de qualquer natureza.
A diferença é que decidimos mudar o foco de nossa vida.
Decidimos aproveitar o que a vida tem de melhor.
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Mas ao fazer essa decisão, é preciso sabermos que perderemos muitos pelo caminho.
Muitos de nossos amigos ou nossos familiares não aceitarão nossa escolha de vida,
comentários surgirão às nossas costas:
"Ela faz de conta que não tem problema!", "È assim na nossa frente..."
"Fica querendo mostrar que está tudo bem", "Nem sabe o que passam".
"O marido é isso...", "Os filhos são aquilo..." e assim por diante.
São essas pessoas que perderemos, são essas pessoas com as quais não teremos mais nenhuma afinidade...
São essas pessoas que, certamente, não farão falta.
Ou quiçá nunca fizeram.
No final a pergunta: Quem perdeu o quê?
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